Quinta-feira, Julho 27, 2006


EU RECOMENDO!

Quando eu estava com mais ou menos 6 meses de gravidez, fui numa feira de gestantes com a minha mãe e vi um produto que, à primeira vista, me encantou.
Paramos no stand para dar uma olhada e obter mais informações com o representante. Na época era uma novidade, nunca tinha visto nada parecido.
Agora a maioria das mamães já conhece, mas fica essa recomendação para aquelas que ainda não tiveram a oportunidade, ou então estavam em dúvida se vale ou não a pena.
É a CADEIRINHA DE MESA. A minha (ou melhor, do Pedro, rss) é da Sapeca Kids.
Eu levo pra tudo quanto é canto e o Pedrinho adora. Eu nem tenho o cadeirão, ele se senta à mesa com a gente mesmo.
É recomendado para crianças com até 16kg e é super resistente. O Pê vive se balançando na cadeira e ela fica firme e forte.
No site acima tem maiores detalhes e especificações técnicas.



Um beijo e até o próximo post!
Terça-feira, Julho 25, 2006


MAIS UMA PERDA

Mil coisas para contar do baixinho. Mas fica pra outro dia.
Estamos tristes.
Porque, em menos de 1 mês, nossa família sofreu mais uma perda.
Grande!
Minha avó. Innocência, Chencha, Nonô.
No bairro não havia quem não conhecesse essa figura.
Ativa, alegre, esperta toda a vida.
Ajudava a cuidar do Pedrinho durante a manhã, era ela quem dava sua primeira mamadeira.
E foi assim, num desses dias. Estava bem. Brincou com o Pedrinho pela manhã, foi à feira, ao bingo.
Voltou pra casa e teve um derrame, do nada.
Infelizmente ela se foi.

SAUDADES...

Sexta-feira, Julho 14, 2006



Recebi por e-mail:

SER MÃE...

A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas,
aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga;
o instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e
se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia,coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de
estimação do pequerrucho.

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira.
É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-los nas pequenas derrotas.
É ouvir as confidências.

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: "e se tivesse sido meu filho?"

E quando vir fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no
chão, brincando com o filho. É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos,
juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhada gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de "mamãe" a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais
- não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi
confiado ao coração: um espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher
que se transforma em mãe.

E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela
transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.